Guerra virtual: Brasil entra no alvo dos criminosos cibernéticos

Nas últimas semanas têm ocorrido ataques de grupos de hackers e crackers em diversas partes do mundo. No Brasil, centenas de sites públicos e privados sofreram algum tipo de invasão, assim como emails pessoais de autoridades políticas e empresariais. No segundo trimestre do ano as notificações de ataques na internet brasileira aumentaram 40% em comparação com o primeiro trimestre de 2011.

 Autoridades brasileiras e internacionais estão criando comitês de segurança e planos estratégicos de defesa contra essa guerra virtual. Uma vez que todos os serviços e sistemas de segurança são hoje baseados na plataforma web, uma onda de ataques dessa natureza pode desencadear conseqüências gravíssimas.

 Pouco se sabe, mas o Brasil é um dos países onde há maior risco de ataques cibernéticos. Outro ponto é que os usuários domésticos de PCs, smartphones e tablets também estão vulneráveis a esse tipo de crime. O vice-presidente da F-Secure para América Latina, Ascold Szymanskyj, está à disposição para falar sobre o assunto. 

 Sobre a F-Secure

A F-Secure desenvolve soluções de segurança em software e serviços com o objetivo de proteger conteúdos que trafegam em computadores e dispositivos móveis de empresas e usuários finais. Comercializadas no modelo SaaS, as soluções da F-Secure são utilizadas por mais de 200 operadoras de telefonia em 40 países, totalizando um mercado potencial de 250 milhões de clientes de banda larga fixa e móvel. Fundada em 1988 e com sede em Helsinque, na Finlândia, a F-Secure conta com mais de 873 profissionais espalhados em 18 países. A empresa está listada na NASDAQ OMX Helsinki Ltd. Website: http://www.f-secure.com/.

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